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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Dia E

"We're coming home,
We're coming home,
Light a fire
We're coming home.
We'll write it down,
We'll write it all down"

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

domingo, 12 de janeiro de 2020

Walking on sunshine

O fim de semana prometia ser longo e cheio de acontecimentos. Quando ainda faltam várias horas para terminar, sinto que ainda muito pode acontecer, portanto este resumo / balanço pode dar muitas voltas até ao final do dia.

Fruto de umas hesitações habituais, estive até à última sem saber exactamente o que iria fazer da parte da tarde quando ir ter duas horas "para queimar". Entre ir correr e fazer uma longa caminhada, ganhou a opção B. E que tempo espectacular que estava, um sol radioso que aquecia corpo e alma e que convidava a andar de manga curta! Como não me podia afastar muito daquela zona, fui (re)descobrir grande parte da zona ribeirinha do Parque das Nações durante quase 8,5kms.





Tal como eu, muita gente passeava por aquela zona, uns em família, outros sozinhos. E sempre que via alguém a correr dizia para mim mesmo que fui parvo por não ter metido equipamento no carro. Tenho que voltar a ter uma muda de roupa sempre pronta na mala para este tipo de eventualidades. Em todo o caso foi bom. Foi tão bom. Por entre raios de sol e algum slalom entre quem não estava em ritmo tão apressado fui limpando as más energias. Pensei em tudo e em nada. E fui queimando algumas calorias já a pensar naquelas que ia ingerir ao jantar. (Não acredito naquela contagem de calorias do Strava, mas isso agora não interessa nada.)



Era boa? Era. Vinha bem recheada e o molho picante que vinha à parte era mesmo como eu gosto. Entre piadas parvas e dois dedos de conversa, desapareceu do prato num instante! Mas ainda estou a salivar por aquelas de Matosinhos que tão bem sabem depois de se fazer a Maratona do Porto. (E não, nunca fui ao Café Santiago nem ao Capa Negra...)

Veremos então como termina o fim de semana e amanhã é um novo dia. Amanhã é uma nova semana. Amanhã é o dia D.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

There's a song...

Não vivo sem música. Sou gajo para dar responder a perguntas que me façam citando letras de canções, sou gajo para meter um verso algures no meio de uma conversa porque faz todo o sentido na altura. Mais ainda, muitas são as vezes em que perco dez minutos a escolher a playlist que me vai acompanhar a fazer uma qualquer tarefa doméstica (apanhar ou estender roupa, arrumar a loiça na cozinha, o que quer que seja) que depois fica despachada em cinco minutos.

2019 foi um ano muito rico em termos musicais e suspeito que 2020 será igual. Adoro dançar, apesar da minha embaraçosa falta de jeito para o fazer. Em todo o caso, isso nunca me impediu nem nunca me impedirá de bater o pé e abanar o corpo de forma atabalhoada e desengonçada ao ritmo de qualquer melodia que esteja a tocar.

Começamos o ano assim:


quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Adeus 2019

Ponto prévio: não vou entrar na discussão se a década acabou em 2019 ou se ainda se prolonga por mais um ano.

Era suposto hoje (e amanhã) estar a trabalhar, mas acabei por tirar estes dois dias de férias para tentar ter mais alguma paz de espírito. É só um cheirinho do que está para vir nos próximos meses. E passei a manhã em modo "Netflix and chill", só que sem Netflix mas com as gravacões automáticas da MEO a cumprirem esse propósito. Escolhi um filme daqueles em que não é preciso pensar e pronto. Por acaso do destino o filme não quis abrir devido a um erro de actualização. Escolhi outro que funcionou sem problemas.

Escolhi comédias, obviamente, que para drama já basta a vida real, mas acabei por me rever em algumas das situações ali representadas. Como aprendi nas aulas de cinema e escrita criativa nos tempos de faculdade, todas as histórias acabam por falar de amor que é uma das coisas que é comum a todos os seres humanos. No entanto, uma das cenas que me ficou na retina foi quando, numa entrevista de emprego, fazem aquela pergunta cliché: 

"Where do you see yourself in 10 years time?"

Não sei o que teria respondido se me tivessem feito essa pergunta há dez anos atrás, nem sei o que responder se me fizerem essa pergunta agora. E, valha a verdade, o que interessa? Eu nem sei onde me vejo daqui a dez dias, quando mais daqui a dez anos! Nos últimos dez anos fui muito feliz até deixar de o ser. E nos próximos irei em busca dessa mesma felicidade. And nothing else matters.

A tarde do último dia de 2019 foi passada numa sessão fotográfica na praia cheia de sorrisos e parvoíce e terminou com uma visita inesperada aos primórdios da minha infância que me encheu o coração. Este espaço, esta areia, estas ondas, serão eternamente o meu porto de abrigo, o meu refúgio. Para trás ficava aquela mais de meia hora parado no trânsito e que quase me fizeram mudar de planos. Ainda bem que não o fiz. Depois da tempestade veio a bonança.
 
Que seja um presságio para 2020!