Lá no trabalho a equipa que eu coordeno é maioritariamente masculina. São 7 em 9, não contando comigo. Às vezes as raparigas sofrem um bocadinho, mas é (quase) tudo boa onda.
Na equipa de coordenação a coisa muda bastante: eu sou o único homem no meio de não-sei-quantas-mulheres. Na verdade eu sei quantas são, mas às vezes - em certas alturas do mês - parece que se multiplicam de uma maneira tal que lhes perco a conta. Novamente, (quase) tudo boa onda. Elas fazem-me sofrer à sua maneira (sempre fizeram questão de me avisar quando era a referida altura do mês para eu estar prevenido e a certa altura pediam-me para apontar num caderno e chegavam a perguntar-me para eu confirmar se já era altura novamente...!) e eu defendo-me com todas as minhas armas - normalmente aplico-lhes uma valente dose de parvoíce, piadas secas e trocadilhos e safo-me ou porque se desatam a rir ou porque percebem que o meu fusível já rebentou e dão-me um desconto.
No início do ano recebemos as agendas para 2017 e passado uns dias a minha colega mais próxima (12 anos a trabalhar juntos!) começou a personalizar a agenda dela e pediu-me a minha. Nem dei grande luta quando vi o que ela ia fazer. Se não os consegues vencer, junta-te a eles:
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