quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Imagine Dragons no Altice Arena, ou...

...o dia em que me questionei sobre a minha orientação sexual.

     
   
Fotos: Inês Barrau (Arte Sonora)

Agora que fiz uma revelação bombástica e vos distraí com umas fotos, segue o texto e pode ser que já se tenham esquecido do que disse. E não, não é qualquer gajo de calções em tronco nú e com meias Adidas que me cai no goto. A tradição ainda é o que era e antes disso é preciso jantar e cinema. Flores não são obrigatórias. Ou então basta apresentar um concerto brutal e eu fico rendido!

Foi em Abril que surgiu este plano para Setembro. A vida tem destas coisas cíclicas muito curiosas...
Neste caso foi uma prenda de anos antecipada (é amanhã, by the way) e depois de um domingo passado a tentar combater uma febre que teimou em não desaparecer, ao ponto de ter ficado em casa na 2a feira, estava com algum receio de não estar em grandes condições. Lá me enchi de coragem para ir trabalhar, até porque tinha coisas para resolver antes de entrar de férias e depois rumei ao concerto, ainda com dores de cabeça já não tanto pela febre, mas sobretudo por ter passado o dia ao computador. Vá, agora é para curtir o concerto sossegadinho e sentado sem grandes maluqueiras. Só que não, passei-o sempre em pé e aos saltos.

Descobri entretanto que havia uma primeira parte a cargo dos The Vaccines. A banda inglesa é um dos nomes que fica sempre bem num palco secundário de um qualquer festival de Verão, mas confesso que na altura não me consegui lembrar de nenhum single, nem quando tocaram umas músicas mais antigas. Agora que escrevo este texto lá fui pesquisar melhor e já me vieram à cabeça dois singles do primeiro álbum. Entraram em palco ao som do Waterloo dos ABBA, estiveram bem e conseguiram dar uma boa injecção (ah, viram o trocadilho? Magnífico!) de energia ao público para aquecer os ânimos antes da banda principal.
 
Sempre que há uma primeira parte gosto da altura em que dizem algo como "Ah e tal, estamos contentes por estar aqui, obrigado pelo apoio, vamos tocar a última música, curtam o resto da noite porque sabemos que estão ansiosos por ver e ouvir o/os (inserir nome da banda principal)!" Fico sempre à espera de ver alguém ao meu lado a levantar-se e a dizer que não e a ir embora porque só tinha mesmo ido para ver a banda de abertura. Um dia faço eu isso, só para ver a reacção da malta ao meu lado e depois vou-me sentar noutro sítio.

Outra coisa que eu acho curiosa é que há imensa gente medricas nos concertos. Em todos! Estávamos todos à espera do início dos Imagine Dragons ao mesmo tempo que ouvíamos música clássica quando, de repente, se apagaram grande parte das luzes do recinto. O que se ouviu de seguida foi um coro brutal de gritos histéricos! Malta, para quê tanto pânico? Tudo com medo do escuro, a sério? Vá-se lá perceber...! Para lhes dar um conforto maior, a maioria dos presentes optou imediatamente por pegar nos telemóveis e levantá-los no ar para terem alguma luz. O dilema veio a seguir. Os últimos acordes do trecho clássico deram início a uma introdução a fazer lembrar Muse e, após nova escuridão e mais gritos de histeria medo rebentava o Radioactive. Podem ver parte disso aqui:


E agora? Já há luz, já podemos baixar os telemóveis, bater palmas ao som da música e curtir o som? Para muitos ainda ficava esse dilema. Eu, que estou aqui a ironizar com esse flagelo, também estou a ser completamente incoerente porque escrevo ao mesmo tempo que vejo registos do concerto de ontem no YouTube e nas redes sociais. E até já partilhei um neste tópico. 

O que ficava bem agora era eu dar uma de super culto e dizer exactamente que trechos clássicos é que foram escutados no intervalo entre os The Vaccines e os Imagine Dragons. Não sei, nem encontro, mas o que é certo é que foi um toque interessante. A partir da primeira música foi um chorrilho de singles e êxitos que nunca deram descanso ao público presente, não sem antes o Dan Reynolds deixar uma mensagem importante: "Hoje deixem tudo lá fora: política, religião, stress, trabalho (...) aqui dentro só existe paz!"

Percebe-se a mensagem, mas o que é certo é que cada música também tem uma mensagem própria muito forte, muito pessoal e há ali letras ou momentos de músicas em que somos confrontados com questões do nosso foro íntimo. 

Foi também em modo mais íntimo que tocaram três músicas em formato acústico num mini-palco no meio do recinto com o vocalista a interagir bem de perto com o público, tal como já tinha feito no palco principal. Não vou comentar cada música e cada bocadinho do concerto - deixo isso para as publicações da especialidade. No meio de todas, a que me toca é o Next to Me. (Incrível, ainda não há registos desta ontem no YouTube!)

"Oh, I always let you down
You're shattered on the ground
But still I find you there
Next to me
And oh, stupid things I do
I'm far from good, it's true
But still I find you
Next to me (next to me)"
 
Sim, bota lamechas nisso, mas não faz mal que isto é post para mostrar todo um lado mais sensível e cenas. Só não vale a pena chorar. Para isso temos este pequeno apontamento no meio desta música.
 
 
Outra música chamada Demons é, curiosamente, uma das músicas emblemáticas da minha playlist de corrid. Adiante.
 
A festa prolongou-se por pouco mais de duas horas de concerto. Houve direito a canhões de confetis e a balões gigantes caídos do tecto da Altice Arena.
 
 
 
A malta queria mais, talvez por não ter percebido que as mudanças entre o palco principal e o mini-palco já eram os encores. Ter lido, de forma inadvertida, qual era a setlist também me ajudou a perceber que o final estava próximo. Preferia ter ficado na ignorância que eu gosto que o alinhamento seja surpresa. Neste caso, tem sido exactamente igual em todos os concertos da tour, portanto a todos os italianos, espanhóis ou alemães que me estejam a ler, ficam já a saber que os concertos desta semana vão ser iguais ao de Lisboa, está bem? Isso também significa que o Dan vai continuar a fazer os concertos sem ter o cuidado de vestir uma t-shirt a meio do espectáculo ou sempre que faz uma pausa fora do palco. O rapaz assim transpirado ainda apanha uma corrente de ar e fica constipado...

Fotos: Rita Carmo (Blitz)

E agora, se não fosse a Meia Maratona das Lampas, o que eu ia fazer era ir ali ver se ainda havia bilhetes para o concerto de Madrid e qual a melhor forma de lá chegar para assistir ao concerto de sábado.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Tagarro 2018

Voltei a Tagarro e abri a época 2018/2019. Ou, visto por outro prisma, abri o semestre das provas longas. E comecei logo com... uma prova de 10km! Grande maluco!

Depois de 2016 e 2015, foi a minha terceira ida a esta prova. E já nem vale a pena falar do ambiente da prova, da festa no final, das ofertas da inscrição, etc e tal. Basta ler o post do ano passado - ou qualquer outra pessoa que fale sobre a prova - para se ver o espanto que é o conteúdo do saco da prova e a alegria na localidade em torno da prova. Quando somos bem acolhidos a vontade de voltar aumenta e, assim sendo, se a prova se mantiver no calendário em 2019 lá estarei.

Parti sem qualquer ambição de tempo. Cheguei ao fim da prova sem me lembrar dos tempos lá feitos anteriormente, portanto nem sabia se tinha feito melhor ou pior. E não estava preocupado. Tal como em 2016 esta prova marca o regresso depois das férias e a partir daqui o foco é novamente nas provas longas, com o objectivo maior de tentar completar o tri na Maratona do Porto, sem esquecer a Meia Maratona dos Descobrimentos que me toca ao coração e onde quero chegar em boa forma. Veremos se há pernas até lá.

Ora, como não tinha objectivo de tempo para sábado acabei por arrancar a um ritmo confortável e claramente acima do que seria o meu melhor na distância. No início da prova, por dentro das ruas da aldeia estava mais preocupado em olhar para o público, receber o apoio que vinha de fora e, acima de tudo, divertir-me no que estava a fazer. Mesmo assim, vi depois que estava a correr na casa dos 5:10m/km, embora a sensação fosse que ia bem mais devagar. 

Foi, curiosamente, ao chegar à longa recta na zona da estrada nacional, na parte mais plana do trajecto, que acabei mesmo por abrandar o ritmo. 5:20, 5:30 e na subida que leva à primeira passagem pela meta 5:40. Percebi que estava na ronha quando deixei de ver colegas que têm um ritmo semelhante ao meu e depois quando fui ultrapassado por uma outra atleta minha amiga que eu sei que tem um ritmo habitual mais lento que eu. Continuava sem estar preocupado, mas começava a achar que a manter-me assim nem sequer ia conseguir acabar a prova a tempo de ver a segunda parte do derby que estava prestes a começar.

Depois veio o processo inverso. Entre os 6 e os 7 quilómetros voltei a acelerar e nessa altura tirei do bolso o gel que levava para experimentar e que tinha planeado tomar a meio da prova. Mais uma vez, não para me dar um rendimento por aí além, mas para testar em termos de sabor, eventuais efeitos secundários, etc. É da Prozis, já agora, e acabei resolver mesmo mudar de marca, agora que acabaram os da MyProtein que andava a usar antes.



Terá sido o gel a fazer efeito? De forma real ou apenas psicológica? Terei sido eu a cansar-me de andar àquele ritmo? Terá sido uma outra questão qualquer de "brio"? O que quer que tenha sido, resultou. Acelerei a partir dessa altura e, mais importante, senti-me bem. O meu quilómetro mais rápido foi o 9º. Num ápice "fui buscar" a minha amiga e acabei por ultrapassá-la entre os 8 e os 9 quilómetros e fiquei a poucos segundos da tal malta que tem um ritmo semelhante ao meu e que eu tinha perdido de vista há alguns quilómetros atrás. Deu para perceber que podia ter dado mais e acabei claramente com muita energia ainda no tanque. Podia ter feito melhor, mas não era importante. Pensando agora, se tivesse ido mais rápido a meio da prova, até tinha dado para ter acompanhado e até tentado puxar um pouco por um dos elementos da equipa. Paciência.

No final, depois de todos terem passado a meta em grande estilo e com um sorriso na cara, veio a festa que valeu por cada segundo. Excepto a meia hora de stress que tive a tentar acompanhar o final do jogo, pronto. Desculpem-me o vício...! Mas com futebol ou sem futebol, houve pódios e medalhas para tentar aplaudir, que isto de bater palmas ao mesmo tempo que se conforta o estômago com umas valentes sandes de porco no espeto e vinhaça da boa não é fácil. Esta segunda parte da prova não é para meninos, atenção!

E depois do jogo ainda houve mais animação, mais amigos a cruzaram-se no meio das tasquinhas. Houve Licor Beirão para aquecer porque o sol já tinha desaparecido há muito e o vento que estava durante a tarde manteve-se à noite. Houve prémios cómicos nas rifas - porque uma pessoa já sabe que lhe vai sempre sair uma prémio meio inútil mas diverte-se sempre a desenrolar os papelinhos e sabe que aqueles poucos euros que gasta vão ajudar. No final houve, acima de tudo, a promessa de voltar e de fazer novamente a festa no meio da festa. Porque isto da corrida é muito mais do que apenas correr.

Próxima paragem: Meia Maratona das Lampas!

Prova nº 90 - 10km de Tagarro 2018 - 10km - 00:53:21

domingo, 26 de agosto de 2018

Férias - parte 2

Por várias razões, uma das quais é a minha aparente falta de tempo para escrever, esta segunda parte das férias vai ter mais fotos que texto. Outra forte razão é o facto de terem sido dias passados em zonas lindíssimas portanto vou tentar que as imagens falem por si.

Depois de uma visita ao mercado semanal de Cabaços o destino foi a praia fluvial do Agroal na nascente do Rio Nabão. Um local muito bem tratado, com óptimas condições para se passar um belo dia ou até umas poucas horas, já que foi constante a entrada e saída de pessoas durante todo o dia. Tem uma piscina bastante grande e foi, sem exagero, o sítio mais gelado onde alguma vez tomei banho e mergulhei. Mas valeu tanto a pena e depois de se estar ambientado à temperatura da água já não se quer sair. Durante a pausa para digestão ainda deu para explorar um pouco os arredores e fazer um mini-trailzinho em chinelos de praia. Vale muito a pena voltar!

Adoro malta que estaciona assim...!








Já agradeci vivamente na publicação anterior a dica das Fragas de São Simão. Foi dos sítios mais bonitos que já visitei e mereceu rasgados elogios. Como na generalidade destes locais, durante o percurso parece que não vamos dar a lado nenhum e que estamos algo perdidos no fim do mundo, mas ao chegar a beleza do lugar fala por si. A única questão é que não achei ser dos melhores locais para se tomar grandes banhos mas isso também é sinal de que o local está no seu estado mais puro sem interferência humana. E prefiro assim. Um pouco mais de juízo na cabeça teria permitido planear as coisas ainda melhor e levar ténis na mala do carro para desfrutar de mais alguns dos caminhos pedestres assinalados. Era preciso abrir o apetite para o almoço e com jeitinho até dava para ir a pé até ao restaurante Varanda do Casal, já no Casal de São Simão que faz parte das nossas lindíssimas Aldeias de Xisto. Foi aqui que há dias se fez uma reportagem quando se falava das férias do senhor presidente Marcelo. Aqui ficam mais algumas fotos. Nenhuma é da comida para não ficarem a salivar. O pão caseiro feito na hora chega quentinho à mesa e a partir daí toda a restante refeição é um festim para olhos e estômago.







Um casal numa rua


A vista dentro do restaurante. Televisão para quê?

  

Mas há mais! Logo ali ao lado está a Aldeia de Ana de Aviz que também tem uma praia fluvial simpática e de excelente qualidade. E mais uma que tem uma biblioteca no espaço da praia, um serviço da responsabilidade das bibliotecas municipais de Figueiró dos Vinhos. Não digo mais, deixo as fotos falarem por mim.





E para terminar em beleza, o dia de regresso foi passado em Tomar com a visita obrigatória ao Convento de Cristo. Na noite anterior fiz questão de ler um pouco mais sobre a história do Convento e dos Templários para ir melhor preparado para a visita. Confesso que História nunca foi o meu forte, portanto muita coisa ia passar-me ao lado se não tivesse feito os trabalhos de casa. 

Muito do que li apontava para um local de referência para todos apaixonados por História e as expectativas não saíram defraudadas. Tanta História, tantas histórias, tantos recantos arquitectónicos únicos. Valeu cada cêntimo do bilhete e cada segundo passado lá dentro. E foram quase duas horas sem sinais de cansaço e com os níveis de interesse sempre no máximo. Fiquei verdadeiramente contente pela escolha acertada. Só faltou mais tempo para visitar devidamente o resto da cidade, mas gosto quando isso acontece porque abre as portas para uma nova visita e para uma estadia mais prolongada.















Ah, isto não é Tomar...!

É a barragem de Castelo de Bode!
A barragem foi a última paragem antes de rumar a casa. E o caminho foi feito de forma "saloia" com o Tejo por perto e... sem auto-estrada: Entroncamento, Golegã, Chamusca, Alpiarça, Almeirim, Muge, Salvaterra, etc, etc, etc.

Fim de festa, fim de férias, mas com uma sensação de dever cumprido ao ponto de se chegar àquela fase em que não se sabe que dia da semana é. Perfeito. Dá para repetir já para a semana?

domingo, 19 de agosto de 2018

Férias - parte 1

Este ano houve um corte radical com o sul do país e as férias não incluíram uma ida ao Algarve. Não foi por influência do sr. Presidente da República, mas já era uma ideia que já andava no ar. No ano passado entre uma semana em Portimão e outra em Marvão, a segunda ganhou aos pontos. Ou até por KO. Curiosamente, dias depois do regresso a casa passou uma reportagem na RTP sobre umas das praias fluviais mais deslumbrantes que fizeram parte do cardápio este ano: as Fragas de São Simão (obrigado Inês pela dica!) acompanhada por uma ida ao restaurante local. Falarei disso mais à frente.

O local escolhido foi Ferreira do Zêzere e a palavra de ordem era mesmo: praias fluviais! (Sim, eu sei que são duas palavras, obrigado malta!) O local já é conhecido, é tranquilo, até tem umas zonas porreiras para correr e quando não fosse dia de ir à aventura era dia de piscina. Ora, falando em correr, nunca o fiz... mas o equipamento que levei foi usado na mesma porque dia sim dia não foi dia de ir jogar à bola. A técnica continua igual ao que era antes: nula. Mas pelo menos o pé esquerdo continua a ter pontaria.

Então a primeira foto que meto tem logo um copo cheio? Com aguardente caseira de pêra?

Confesso que a esta distância já tive que ir ver à galeria de fotos para ter noção da ordem cronológica das zonas visitadas. Não é que isso seja relevante para o texto, mas há que manter uma certa ordem. A praia fluvial do Lago Azul (também conhecida como Castanheira) foi a primeira. Com uma estrutura flutuante onde estão duas piscinas - uma para crianças e outra para mais graúdos - permite que quem não se queira aventurar no rio possa tomar banho de forma controlada. Problema naquele dia: estava um tempo tremendamente encoberto e o sol era muito tímido. Ao longe, vê-se uma mini biblioteca de praia feita num barco que está colocado ao alto com os bancos a fazer de estantes. Ideia engraçada. No mesmo dia a pesquisa seguiu para o lado de Vila de Rei. Fernandaires era opção, mas foi colocada de parte e o destino foi a Zaboeira.




Erro crasso ao entrar na vila. Por alguma razão há uma pequena zona de estacionamento antes de se começar a descer... e como segui em frente acabei por ter muitas dificuldades em sair dali porque as ruas são impróprias para andar de carro. Ok, de volta para Ferreira do Zêzere para não causar estragos.

Outro dos destinos era a Praia das Rocas e foi dos melhores dias de férias. A viagem até lá arrepiou e deu um aperto no coração por tudo o que aconteceu no ano passado. Confesso que estava com dificuldades em conduzir e saí do carro até um pouco zonzo. Depois passou. A Praia das Rocas é um espaço enorme e com óptimas condições para se passar um excelente dia. Não achei os preços excessivamente elevados e o bar que serve almoços era bastante em conta tendo em conta o que se costuma encontrar em locais do género. Naturalmente que a piscina das ondas foi a zona que causou mais sucesso. A repetir, caso no próximo ano as férias sejam nas proximidades.

A piscina grande

Sem comentários. Ah, isto é um comentário? Então vou apagar.

Olha estes... Não sei o que é pior, a péssima sugestão ou o mau inglês da tradução!

Coleccionador de pulseiras, em modo adolescente
Não é uma novidade, mas ir a Ferreira do Zêzere "obriga" a uma visita a Dornes. Para quem lá vai con regularidade, não há nada de novo para ver, é certo. Mesmo assim o passeio de barco mostrou uma zona bem mais verde que na última visita. 




E sem se dar muito por isso, uma semana de férias já estava feita. Na segunda parte deste resumo temos: Praia Fluvial do Agroal, Fragas de São Simão, Praia Fluvial da Aldeia de Ana de Aviz e Convento de Cristo em Tomar. Não percam o próximo episódio!