sábado, 27 de maio de 2017

Vamos a isso!

Gelo, meia elástica, anti-inflamatório.
Quase sem dores nestes dias. Terá sido só um susto, espero eu.




Amanhã vou estar na partida para a Meia Maratona do Douro Vinhateiro. E se vou estar na partida isso significa que vou terminar!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Inserir asneira

E torcer o pé no último treino antes do Douro Vinhateiro?

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Respirar fundo

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Ainda a Corrida de Alverca

Não houve relato no post anterior. Também não haverá neste. Permitam-me algum egoísmo para guardar as emoções para mim. Prometo que depois de Maio* voltam os relatos habituais das provas que farei. Desta vez deixo que outros falem por mim:



Entretanto não resisto a deixar umas notas na mesma sobre o assunto. Fiz pior que no ano passado e ao fim de 7km as pernas cederam um pouco e tive mesmo que andar um bocado. A partir daí não voltei ao ritmo imposto e nos 3km finais perdi quase 2 minutos em relação ao tempo que faria se tivesse mantido o andamento que tive até aos 7km. Duas razões para isso: o percurso de terra batida não estava nas melhores condições e a falta de treino nos últimos tempos.

Olho para o Strava e aquilo que vejo no mês de Maio são 3 provas (15km + 5km + 10km), uma caminhada de 3,5km por Lisboa e UM treino que foi ontem. Se esticar a coisa mais uns dias, o último treino de equipa que fiz foi antes da Scalabis. Depois tive dois treinos sozinho: um muito manhoso que não correu como queria e outro que foi bastante bom. Para quem devia estar focado numa Meia Maratona que lhe ficou atravessada no ano passado, não me parece o suficiente. Não vale a pena pensar muito mais nisso, é ir com calma que a meta lá estará à minha espera.

* - por falar nisso, ontem ganhei um dorsal para a Corrida de Santo António num passatempo. Yeah!

domingo, 21 de maio de 2017

Alverca



Prova nº 62 - Corrida Cidade de Alverca 2017 - 10km - 00:51:17
Prova nº 62 a) - Corrida Cidade de Alverca 2017 - 10km - 01:28:11

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Aos 19 dias do mês de Maio...

"Of all the gin joints in all the towns in all the world, she walks into mine." - Casablanca


...voltaste a dirigir-me a palavra. Quase um ano depois de teres deixado, por tua iniciativa, de falar comigo. Ainda por cima fizeste-o com um sorriso rasgado, aquele sorriso simpático que eu sempre fiz questão de tentar que tivesses.

Já partilhei que não tenho sentido a tua falta nos treinos. Mas recordo todas as vezes que me pediste para te acompanhar e marcar o ritmo para te ajudar a progredir e eu sempre o fiz de bom grado.

Tomaste para ti as dores de outros. Outros que garantidamente não fizeram o mesmo por ti. Sei bem o quanto me tentaste ajudar - e conseguiste - quando eu mais precisei. Nunca esquecerei isso. Mas também sei que "o-bla-di o-bla-da life goes on".

Não sinto falta das nossas conversas quase diárias, não sinto a falta das viagens de comboio esporádicas quando o teu horário era compatível com o meu. Mas de certeza que sinto qualquer coisa, qualquer coisa mais que aquele bom dia meio seco que te retribui, sem sorrir e quase sem olhar para ti. Alguma reminiscência terei daquela coisa a que chamávamos de amizade e que dizíamos ser para sempre, caso contrário não estaria aqui a escrever. 

Pode ser que para a próxima - se existir - eu consiga responder-te com algo mais parecido com um sorriso. De preferência que não seja às 7 da manhã e no meio de dois espirros. Confesso que a certa altura pensei em voltar para trás, dar-te um abraço e seguir a minha vida. Sei que tens bom coração, sei que mereces ser feliz. Espero que o sejas.

Até qualquer dia, algures no Strava, provavelmente. Se um dia ainda quiseres o teu tupperware de volta avisa. Eu bem te avisei que ia ficar com a custódia parental dele.



(...)
Yah, eu sei que um dia tudo muda
Hey
Eu queria saber se tu tas bem
Curtia ouvir o teu ok
Só pa sentir que não tas down

Yah, eu sei que um dia tudo muda
Yah, eu sei que um dia tudo muda
Yah

Sem Facebook
Sem Instagram
Sem Snapchat
Só com o silêncio
E toda a gente teme

(...)

terça-feira, 16 de maio de 2017

36

Felizmente nem tudo o que aconteceu em Maio do ano passado foi penoso. No dia em que chorei copiosamente no Douro Vinhateiro (Carlos, mesmo assim a minha Meia Maratona consegue ter mais quilómetros que a tua Maratona!) o Benfica conseguiu dar-me uma alegria pela conquista do tricampeonato.

Seja como for, o momento pessoal não dava azo a qualquer celebração portanto foi uma vitória que me passou ao lado. Lembro-me bem da noite penosa que foi. Adiante. A história repetiu-se e este ano veio um tetracampeonato. Vinguei-me e tirei a barriga de misérias com festejos em dose dupla!

Sábado no Marquês, onde nunca tinha ido pelo Benfica, apenas lá tinha estado no ano passado após a vitória de Portugal no Euro. Curiosamente tanto nesse dia como no sábado vi o jogo em Campo de Ourique e a coisa correu bem. Raios, que eu sou supersticioso nestas coisas e se calhar agora tenho que lá estar sempre nos jogos decisivos. Já agora, a malta que ficou a ver a Eurovisão depois do jogo diz que lá por casa se festejou a vitória do Salvador Sobral com mais intensidade que o golo do Éder. Acredito, mas desta vez ninguém gravou o momento para a posteridade.



Depois do Marquês veio o meu ritual habitual destes últimos anos (excepto, lá está, o ano passado): a recepção da equipa nos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Lisboa. Já tinha saudades e foi tudo aquilo que eu me lembrava. O Marquês é mítico mas continuo a preferir estes momentos mais intimistas, se é que posso usar este termo para descrever o momento.




As corridas seguem dentro de instantes.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Entrelinhas

Sabem quando têm um segredo que querem mesmo mesmo partilhar e não podem? Pois eu tenho que partilhar uma coisa com alguém e não o posso fazer de forma declarada, portanto vou falar por código. Tudo o que estiver em itálico é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência.

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Há uns dias atrás - chamemos-lhe segunda-feira - estava eu - chamemos-me Norberto - a falar com uma pessoa próxima - chamemos-lhe Teresa - que dizia que se tinha encontrado com alguém que não conhecia e tinha estado a conversar com ela durante um bocado. Partilhou um pouco dessa conversa, disse que esse alguém estava a lidar com um problema recente e que estava a fazer umas renovações a vários níveis. Acrescentou que tinha uma energia semelhante a outra pessoa que nós conhecemos e a conversa ficou por ali, sem dar mais detalhes específicos.

Passado uns instantes aqui o vosso amigo Norberto pegou no telemóvel, ligou-se à net, mostrou algo à Teresa e perguntou-lhe: "- Tu estiveste a falar com a - chamemos-lhe - Carolina??"

A Teresa ficou confusa, o Norberto ficou radiante com os seus dotes divinatórios e muito curioso pelo desfecho da situação. E a Carolina? Não ficou nem uma coisa nem outra porque nem faz ideia disto. Mas se a Carolina ficar eu depois aviso.

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Pedimos desculpa pela interrupção, este blog segue o seu percurso normal dentro de momentos.